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E se de repente o candeeiro lá de casa fosse feito com um tambor antigo de uma máquina de lavar e as cadeiras da sala fossem todas em cortiça? Pois este cenário é perfeitamente possível e é 100% português. Porque numa casa 100% nacional não pode faltar a habilidade e a capacidade de experimentar através do design.
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 O novo consumidor é sempre novo. É sempre diferente. Está sempre a mudar. Cada vez muda mais e mais depressa. E mais vezes. Muda de manhã para a tarde. O novo consumidor não é uma versão do antigo consumidor, mas uma espécie à parte. É mais informado.
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 ...Não um mundo mudo. Mas quase. Um mundo socialmente mudo, onde cada um tem a sua voz – tão inata quanto subestimada – mas não a consegue projetar para lá do ‘diz que disse’.
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 Numa casa 100 por cento nacional também não pode faltar a tradição. A tradição e a mestria do trabalho manual e dos saberes antigos que passaram de geração em geração e que fazem parte da identidade de Portugal.
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 Uma casa tem sempre início na entrada, o ponto de referência das boas-vindas a todos os que lá entram. Mas numa casa 100% nacional vamos começar pela inovação, pela capacidade de surpreender e de pensar mais além.
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 Luís Miguel Correia, Unit Manager CRM da Glintt, escreve sobre a influência das redes sociais nos comportamentos dos consumidores, num artigo de opinião para o Briefing.
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 Quem é que consegue esquecer-se das chiclets Gorila compradas nos intervalos da escola, da casa da avó onde sempre existia a Pasta Couto, do estojo cheio no primeiro dia de aulas com lápis Viarco prontos a estrear? Dos sabonetes Confiança que a mãe tinha sempre em casa, dos almoços com as loiças Vista Alegre e das festas com os amigos onde o Licor Beirão não podia faltar?
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Conheço muito bem como trabalha a Lusa, que é a agência noticiosa portuguesa e por isso ainda mais cuidado tem (deve ter) ao elaborar as notícias. A Lusa não aceita fontes anónimas, só aceita declarações em "on" ou fontes devidamente autorizadas e reconhecidas para ela elaborar os seus conteúdos. É a sua Constituição, a sua carta de princípios.
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Na indústria da comunicação, esta cultura da convergência, que é eminentemente democrática, está a desinstalar jornais e outros meios tradicionais, porque está a derrubar velhos métodos de trabalho e de gestão, asssim como hábitos de consumo ultrapassados. Quem o diz é Luís Paulo Rodrigues, diretor de comunicação do município de Vila Nova de Famalicão e editor do blogue Comunicação Integrada, num artigo de opinião publicado no Briefing.
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A questão central já não é debater se faz sentido ou não o Acordo Ortográfico, nem quais as suas vantagens e desvantagens, mas sim de que forma as organizações se vão adaptar ao mesmo. Carlos Amaral, CEO da Priberam, dá a sua opinião sobre o assunto.
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A propósito da morte de Steve Jobs muito se escreveu sobre a sua genialidade e o design dos produtos Apple, sobretudo desde 1998, ano do lançamento do primeiro iMac.
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Cada vez mais, as marcas estão a desenvolver estratégias comerciais que envolvem as plataformas digitais. É o caso da Massimo Dutti, Pull&Bear, Bershka, Stradivarius, Oysho e Uterqüe, todas do grupo Inditex, que se estrearam recentemente nas vendas online.
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Ainda faço parte da geração que tem no seu imaginário a importância cabal de ver produtos que na sua embalagem e estratégia de "packaging" inseriam hábil e eficazmente o selo de notoriedade "anunciado na TV". Penso que ainda me lembro do "OMO" por essa particularidade. Os mass media e a caixa que efectivamente mudou o mundo, eram por excelência o veículo que juntava as famílias em torno do seu mágico ecrã, sendo consequentemente um criador nato de audiências e redes de comportamento de visualização de programas, de picos e "prime-times" em que nada era mais importante do que aquela novela ou uma série que a todos nos marcou.
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A meados do mês de Novembro e, num contexto de "Trending Topics" nos media, a Ad Age demonstra a importância crescente dos "TV Food Shows" assim como das "TV Food Personalities", uma realidade que confirmamos bem de perto igualmente em Portugal.
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